Can you see me?



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21 Oct 2019, Mon (978706)
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13 Oct 2019, Sun (371)
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sintoso:

“Você diz que eu não preciso me preocupar, troca o assunto, desconversa. Eu insisto em saber da sua febre e decorar o horário dos seus remédios. Me deixa ser a farmácia da sua dor de cabeça ou do seu dia ruim mesmo. Sei lá, só me deixa ser qualquer coisa por você. (…) Eu só quero te cuidar, mas isso inclui uns bons exageros. E vê se perdoa eles, por favor e por amor… Perdoa a minha vontade de ser quem lê uma bula inteira do remédio só por você.”

— Camila Costa.


13 Oct 2019, Sun (10307)
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13 Oct 2019, Sun (237251)
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13 Oct 2019, Sun (0)

Eu entendo, mas não entendo. Talvez a questão seja justamente essa: a situação parece contraditória. Os seus pensamentos e sentimentos parecem contraditórios. E é bem verdade que nós, de toda forma e modo, sempre tivemos um pouco de contradição, de controvérsia, de verdade facilmente contestada e provada - ao mesmo tempo. Só que hoje eu já não me sinto tão firme e segura na essência de todo o processo, sabe? Não me sinto conectada, não mais, e ando de um lado para o outro com o fio na mãos tentando, ao menos tentando, descobrir como chegar até você de novo. Sempre que eu chego você vem com a mesma história: falta de timing. Circunstâncias ruins. Sem tempo, irmã. Isso é tipo um daqueles golpes-macetes do vídeo game, você junta um soco de esquerda com um de direita e me mata com uma voadora. Tudo junto em um único movimento: me afastando e me fazendo aos poucos perder as esperanças na gente. Se não é agora, é quando? Você acha mesmo que amor é contar com a boa vontade do destino? Eu contei e acabei me ferindo sozinha quando você percebeu que era melhor ficar sem mim. Para ser sincera, eu realmente não tenho um plano. Tenho total consciência de que pode ser muito mais fácil ficar sem você do que com você. Mas e daí? Eu nunca fui atrás das coisas pelo grau de dificuldade que elas tinham, eu sempre procurei conexões. Conexões que valessem a pena. E então encontrei você, com um sorriso e um fone de ouvido pendurado no pescoço. O que ouvia? Provavelmente three days grace, naquela época só ouvia isso. Eu nem sabia que estava te procurando quando te encontrei, mas hoje soa absolutamente óbvio. Não, não é sobre um moreno de cabelo enrolado ou um cara que tenha uma pintinha embaixo do olho. É sobre conversar até não ter mais vontade, e aí dormir, acordar e sentir vontade de falar de novo e de novo, todos os dias, sendo fácil ou não. É sobre fazer carinho até dormirmos, juntos, depois de um jantar feito por ambos - ok, você cozinhava, eu falava e te enchia os ouvidos, ah, e limpava, óbvio. E por mim tudo estava ótimo, menor vontade de fazer uma comida mais ou menos e te ouvir reclamar. Mas até isso eu fazia com gosto, até ouvir sua ladainha sobre qualquer coisa que eu tinha feito errado, meu ketchup no arroz ou algo do gênero. Isso era insuportavelmente e adoravelmente familiar, isso era algo que me fazia sentir parte de algo forte e incrível, precioso, intenso… Isso era o nosso amor. Te ouvir e ser ouvida. Te incentivar e ser incentivada. Mesmo quando parecia impossível acreditar que eu ia crescer, você acreditou que eu conseguiria e estava lá, torcendo, me enchendo o saco, me apoiando. Você me amou muito bem até onde eu sei. Até onde eu vi. As coisas desmoronaram porque somos humanos, mas nunca achei que faltou amor. Nunca achei que faltou nada - fora maturidade, porque essa anda em falta até hoje. Falta uma perspectiva maior das coisas também, sempre faltou. Difícil entender o que é mais importante e quando é mais importante. Difícil é te respeitar vendo uma coisa tão bonita feito nós dois ser jogada para escanteio. E tudo por que? Porque eu vou te quebrar. Porque a gente juntos de novo vai acabar te quebrando. Eu acho que já sei porque eu te entendo e não te entendo. É que eu entendo a parte racional da coisa, o nosso amor te é inconveniente no momento. Mas eu já to quebrada. Terrivelmente quebrada. A falta do nosso amor tem me sido inconveniente. Então, veja bem, eu não te entendo, mas não é de sacanagem, é que quando você diz que isso tudo isso pode quebrar seu coração… Bom, eu só consigo pensar que isso é justamente o que poderia salvar o meu.

Raquel Lopes


18 Mar 2019, Mon (345)
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“ Saber desistir. Abandonar ou não abandonar — esta é muitas vezes a questão para um jogador. A arte de abandonar não é ensinada a ninguém. E está longe de ser rara a situação angustiosa em que devo decidir se...

clarice-lispector:

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Saber desistir. Abandonar ou não abandonar — esta é muitas vezes a questão para um jogador. A arte de abandonar não é ensinada a ninguém. E está longe de ser rara a situação angustiosa em que devo decidir se há algum sentido em prosseguir jogando. Serei capaz de abandonar nobremente? Ou sou daqueles que prosseguem teimosamente esperando que aconteça alguma coisa?

Clarice Lispector


21 May 2016, Sat (103757)
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20 Nov 2015, Fri (9516)
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